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Como escolher uma empresa de terceirização sem correr risco trabalhista

· 2 min de leitura · Equipe ProIntegra

Capa da matéria: Como escolher uma empresa de terceirização sem correr risco trabalhista

Desde a reforma de 2017 (Leis 13.429 e 13.467), qualquer atividade da empresa pode ser terceirizada, inclusive a atividade principal. Isso trouxe flexibilidade, mas não tirou a responsabilidade de quem contrata: se a prestadora deixar de pagar salários ou encargos, a empresa contratante pode ser chamada a pagar pelo período em que usou aqueles trabalhadores. É a chamada responsabilidade subsidiária, prevista na Lei 6.019/1974.

Equipe de apoio operacional da ProIntegra com coletes e capacetes em uma obra
Equipe de apoio operacional ProIntegra com EPIs: segurança no trabalho também é responsabilidade do contratante.

Por isso, escolher bem a prestadora é a melhor proteção.

1. Confira a regularidade da empresa

  • CNPJ ativo e com a atividade compatível com o serviço contratado;
  • Certidão negativa de débitos federais (Receita Federal e Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional);
  • Certificado de regularidade do FGTS (Caixa);
  • Certidão negativa de débitos trabalhistas (Tribunal Superior do Trabalho).

As três certidões são gratuitas e podem ser emitidas pela internet. Peça que a prestadora as envie todo mês, junto com a fatura.

2. Veja se o capital social é compatível

A Lei 6.019/1974 exige que a empresa de prestação de serviços tenha capital social compatível com o número de empregados. Os valores mínimos vão de R$ 10 mil (até 10 empregados) a R$ 250 mil (mais de 100 empregados). O capital aparece no cartão do CNPJ e no contrato social.

3. Peça comprovantes mensais

Uma boa prática é condicionar o pagamento da fatura à apresentação de:

  • comprovante de pagamento dos salários dos profissionais do seu posto;
  • guias de recolhimento de FGTS e INSS;
  • comprovante de entrega de vale-transporte e benefícios previstos na convenção coletiva.

4. Leia as cláusulas que importam

  • Cobertura de faltas: em quanto tempo a prestadora repõe o profissional que faltou;
  • Substituição: como você pede a troca de um profissional que não se adaptou;
  • Reajuste: qual índice e quando, normalmente ligado à convenção coletiva;
  • Segurança e saúde: a lei obriga o contratante a garantir condições de segurança, higiene e salubridade no local de trabalho. O contrato deve deixar claro quem fornece EPIs e treinamentos;
  • Rescisão: aviso prévio e regras de encerramento.

5. Desconfie do preço muito abaixo do mercado

O custo de um posto é formado principalmente por salário, encargos, benefícios e provisões para férias, 13º e rescisões. Uma proposta muito abaixo das outras costuma significar encargo que não será pago. E, como vimos, essa conta pode voltar para o contratante.

Como a ProIntegra trabalha

A ProIntegra Serviços atua em São Luís desde 2018, com certidões negativas em dia e contratos para empresas, condomínios e órgãos públicos. Peça um orçamento e receba a proposta com a composição do custo de cada posto.

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